Assunto da aula: SADT
SADT ==> Structured Analysis Design Technique
O SADT “nasceu pelas mãos” de Douglas T. Ross num projeto de desenvolvimento de uma linguagem estruturada para programação de máquinas-ferramenta, no MIT, no fim da década de 60 (MARCA & MACGOWAN, 1988). Este formalismo trazia algumas características revolucionárias que auxiliaram sobremaneira a descrição e desenvolvimento dos sistemas de software complexos que começavam a aparecer. São elas a decomposição funcional e o fato de serem baseados numa representação esquemática simples (VERNADAT, 1996). Estas características disseminaram a aplicação deste formalismo e também o seu desenvolvimento em direção a abordagens estruturadas completas destinadas a diferentes aplicações, principalmente para a análise de sistemas.
O SADT é baseado num diagrama conhecido como “actigrama”. Este diagrama é composto por “caixas” que representam as atividades. Estas caixas são ligadas por linhas e dispostas tal a formar uma ordem de condução das atividades seguindo da esquerda para a direita. As linhas que chegam e saem na lateral das caixas representam inputs e outputs de informação. As que chegam no topo são controles e embaixo mecanismos. Com mais algumas poucas regras além das aqui apresentadas tem-se todo o formalismo necessário para descrever estes modelos.
Por sua simplicidade e facilidade de uso (existência de ferramentas computacionais para auxílio da modelagem) o SADT é uma das principais ferramenta de modelagem de empresa(VERNADAT, 1996; CANTAMESSA & PAOLUCCI, 1998). Uma ferramenta que traz consigo grandes desvantagens. Segundo VERNADAT(1996) possuem semântica imprecisa, não provê com clareza o comportamento dinâmico do sistema, não manipula fluxos mas dependências entre as atividades, a modelagem de informações é limitada e baixa consistência devida a não integração entre os diferentes modelos. Já CANTAMESSA & PAOLUCCI (1998) aludem principalmente à necessidade de grande cuidado no desenvolvimento do modelo, alta possibilidade de desvios causados e tempo grande para a modelagem devido a necessidade excessiva de revisões para garantir a consistência do modelo.
Assim, VERNADAT(1996) sugere que esta arquitetura seria mais apropriada para modelos pequenos e restritos às visões de maior nível de abstração, portanto, com menor complexidade. Já CANTAMESSA & PAOLUCCI (1998) apresentam propostas de diversos autores para a alteração nesta arquitetura afim de saltar estes obstáculos e propõem um novo caminho complementando o formalismo SADT com com outros modelos.
Os autores desse texto são: Daniel Amaral e Henrique Rozenfeld.
Foi retirado deste link.
Na aula usamos o exemplo de um caixa eletrônico.
Objetivo: Moldar o funcionamento da caixa eletrônico.
Ponto de vista: Consumidores de caixas eletrônicos, estudantes de eng. de software.
É obrigatório ter as setas controle e saída. Senão o modelo está errado.
SADT não precisa necessáriamente de entrada. Por isso ele é melhor que o DFD.
DFD é uma visão de fluxo.
SADT é relacionamento entre partes. Decisões bem mais fundamentadas. Não tem a visão do depósito de dados.
Wednesday, November 15, 2006
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3 comments:
"ativigrama”. " --> ACTIGRAMA
"Por sua simplicidade e facilidade de uso (existência de ferramentas computacionais para auxílio da modelagem) o SADT é uma das principais ferramenta de modelagem de empresa(VERNADAT, 1996; CANTAMESSA & PAOLUCCI, 1998)." --> DE ONDE TIROU ISSO!!!! NÃO É VERDADE.
VS IDENTIFICARAM OS AUTORES, MAS FICOU FALTANDO IDENTIFICAR A FONTE! (ONDE FOI PUBLICADO).
VOLTEM A LER http://jcspl.wordpress.com/2006/04/19/citacoes/
Já consertei e coloquei o link.
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